1 de setembro de 2011

A realidade

Tanta coisa de mim que ninguém sabe.
Tanta coisa que ninguém descobriu ou se interessou em saber, se quer se preocupou, ajudou, fez algo sem querer retorno.
Tem tanta coisa em mim que entristece.
Coisas novas, velhas, que não mudam.
E que mania feia tenho em ser legal com todos!
Acho que isso é o mais entristecedor.
Porém ninguém é meu ombro amigo e chorar magoas e angustias é de rotina ser meu próprio consolador.
Tem tanta coisa fora de mim que eu queria que fosse real.
Uma lagrima de riso já se transformou em dor.
Alias, sorriso forçado é comum para todos aqueles que acham que se aproveitam de mim e eu não sei.
Não, eles não sabem! E eu quero distancia destes.
Poucas coisas de mim é o que sabem.
Talvez por não me sentir confortável em me expor, talvez por não encontrar alguém disposto a tal.
Mas que uma coisa fique entre nós: não vamos esperar muito de quem não tem nada a nos oferecer.

Um comentário:

  1. Poucas coisas de mim é o que sabem.
    Talvez por não me sentir confortável em me expor, talvez por não encontrar alguém disposto a tal.
    Mas que uma coisa fique entre nós: não vamos esperar muito de quem não tem nada a nos oferecer.

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