To muito impressionada e diria que emocionada também com o que acabo de ver.
A historia começa assim: Muito tempo atras criei um fake para saber como eram as coisas por la, me apaixonei e fui completamente viciada. Arrumei vários amigos, inclusive amigos tao próximos que mantinham contato comigo em off, ou seja, eu Renata. Eramos amigos, talvez mais amigos do que daqueles que estavam perto deles. Ah, ai que bate a saudade.
Aconteceram tantas coisas e a vida foi se ocupando que resolvi, de uma hora para a outra, abandonar tudo. Orkut fake, vida fake, amigos fakes. Sumi sem dar explicações deixando alguns por tempos no "meu" orkut perguntando onde estava, porque havia sumido e etc. Eu achei que depois me esqueceria de tudo o que vivi, conversei e passei com eles e por eles e que fariam o mesmo. Não! Nunca me esqueci e sinto a maior saudade deles, por isso, hoje (08/09/2011) me aventurei a procura-los por facebook. Nada de adicionar, conversar... Nada! Eu queria apenas ver como estão seguindo sua vida, se continuam com as mesmas feições e garanto que um aperto de saudade veio em meu peito. Ver pessoas que mesmo de longe, queriam e faziam por onde ver seu bem é algo que não se descreve.
Me aprofundei em uma das pessoas mais importantes e especiais que encontrei no fake. Revi seu orkut, encontrei o facebook e por fim, o twitter. Ah, esse twitter completou minha noite de uma maneira que não fazem ideia! Lembra quando disse que achei que me esqueceriam depois de um tempo? Pois é, no dia 06/09 o tweet dessa pessoa foi simplesmente demonstrando a falta que sentia de mim. O meu abandono de fake deve ter 2 anos e a pessoa continua se lembrando de mim!
Meus olhos encheram-se de lagrimas por ver que depois de tanto tempo, eu ainda sou alguém importante na vida dessa pessoa assim como ela é na minha. Porem, não irei fazer contato por vergonha, ou por orgulho mesmo. Nem tudo é simples.
Isso me fez refletir sobre o titulo desse post: Sem desmerecer ninguém e não falo que são todos, mas alguns "amigos" que estão tao perto de mim, as vezes não se importam ou não dão o valor necessário como aqueles que moram tao longe dão.
Ah, meus amigos virtuais... Se vocês soubessem a falta que fazem e como seria bom ter vocês por perto assim como os reais :/
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Uma das minhas postagens de desabafo, ai u.u
8 de setembro de 2011
1 de setembro de 2011
A realidade
Tanta coisa de mim que ninguém sabe.
Tanta coisa que ninguém descobriu ou se interessou em saber, se quer se preocupou, ajudou, fez algo sem querer retorno.
Tem tanta coisa em mim que entristece.
Coisas novas, velhas, que não mudam.
E que mania feia tenho em ser legal com todos!
Acho que isso é o mais entristecedor.
Porém ninguém é meu ombro amigo e chorar magoas e angustias é de rotina ser meu próprio consolador.
Tem tanta coisa fora de mim que eu queria que fosse real.
Uma lagrima de riso já se transformou em dor.
Alias, sorriso forçado é comum para todos aqueles que acham que se aproveitam de mim e eu não sei.
Não, eles não sabem! E eu quero distancia destes.
Poucas coisas de mim é o que sabem.
Talvez por não me sentir confortável em me expor, talvez por não encontrar alguém disposto a tal.
Mas que uma coisa fique entre nós: não vamos esperar muito de quem não tem nada a nos oferecer.
Tanta coisa que ninguém descobriu ou se interessou em saber, se quer se preocupou, ajudou, fez algo sem querer retorno.
Tem tanta coisa em mim que entristece.
Coisas novas, velhas, que não mudam.
E que mania feia tenho em ser legal com todos!
Acho que isso é o mais entristecedor.
Porém ninguém é meu ombro amigo e chorar magoas e angustias é de rotina ser meu próprio consolador.
Tem tanta coisa fora de mim que eu queria que fosse real.
Uma lagrima de riso já se transformou em dor.
Alias, sorriso forçado é comum para todos aqueles que acham que se aproveitam de mim e eu não sei.
Não, eles não sabem! E eu quero distancia destes.
Poucas coisas de mim é o que sabem.
Talvez por não me sentir confortável em me expor, talvez por não encontrar alguém disposto a tal.
Mas que uma coisa fique entre nós: não vamos esperar muito de quem não tem nada a nos oferecer.
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